Imagens toscas do fórum mais tosco que conheço! No bom sentido, claro!

Liberado o primeiro teaser trailer do próximo filme de Peter Jackson! King Kong promete ser mais fiel ao original dos anos 30 e enterrará de vez o lixo que foi o remake dos anos 70! Clique e confira dinossauros, selvagens e claro, o Kong chutando bundas em NY!
Em dezembro numa sala THX perto de você!

Quem diz é o próprio Chico. Clique e confira!
postado em por c@mmi.

Coisas que não quero mais ver no meu videogame:
Portas trancadas: Tudo bem, eu tenho um time com 4 pessoas com poderes excepcionais. Entre elas um Guerreiro com uma espada que corta mais que as facas Guinsu, um Mercenário que carrega uma metralhadora no lugar do braço, um Ninja mestre na arte das sombras, e um Mago que pode soltar um UltimaFiragaFromBurnigHell3 (um poder onde um meteoro do tamanho do Texas cai do espaço e destrói apenas dois inimigos em particular).
Agora me explica. Por que eu tenho que ir buscar uma chave escondida no submundo para abrir uma porta? E não um portão selado com a alma de um milhão de almas do inferno não. Um portinha fraquinha, dessas que arrombamos com o ombro. Sabe o que mais me irrita nessa história? “This door is locked from the other side”. Isso realmente me tira do sério.
A falta de pés: Isso mesmo. Por que raios o meu bonequinho animado do meu FPS favorito não tem pezinho? Eu quero vê-los. Não que eu tenha tara por pés, longe de mim. Mas não seria legal ver a parte do corpo que te movimenta com tanta desenvoltura? Afinal, através destes, você é capaz de acabar com um cartel de uma grande corporação, resgatar sozinho sua filha das mãos de uma quadrilha de seqüestradores ou até enfrentar hordas de alienígenas sedentos por cérebro humano. Custa poder saber onde eu to pisando?
Falta de munição: Tudo bem, acho muito legal essa iniciativa de deixar o jogo muito mais complicado e desafiador, mas não poderiam aumentar o número de puzzles e senhas ao invés de tirar nosso já limitado número de balas? “É o seguinte gostosa, a cidade toda está um caos. Um zumbi comeu meu braço ontem de manhã. Mas você ainda tem salvação, dá pra correr até o outro lado da cidade, acionar o dispositivo nuclear e fugir no helicóptero presidencial. Pra facilitar as coisas toma essa Glock e esse pente. Acho que dá pro gasto”.
Ou então: “É, aqui vai um simples marine, matar o Satanás para poder fechar o portal interdimensional que abriu as portas do inferno. Mas está tudo sobre controle. Eu tenho uma faca, uma lanterna e cinco balas no tambor.”
Caixas de madeira: Falando sério, num dá mais pra agüentar isso. Seja num mosteiro demoníaco do século XII, seja num futuro pós-apocalíptico da dimensão 45, porque diabos eu encontro as mesmas caixas de madeira? Eu tenho um desafio para propor a vocês. Quantos aí do outro lado desse monitor já viram uma caixa de madeira daquele tipo que encontramos em TODOS os jogos? E mais: Você está fugindo de pessoas que sofreram uma mutação causada por um vírus e agora só pensam no seu fígado como almoço. Só resta 1 das 5 balas que te deram para sobrevivência. No momento, 5 cachorros zumbis estão no seu encalço. Depois de ficar meia hora procurando a maldita chave pra abrir a porta enferrujada, você está no seu limite. Agora responde: Quem pensaria em destruir aquelas caixas no canto (que estão em 90% dos cenários do jogo)? “Hum, olha que caixa suspeita. Acho que vou gastar minha ultima bala nela. Quem sabe eu não acho um lança míssil ou algumas ervas medicinais?”.
Isso é o fim da picada.
Desculpem-me se o texto ficou longo demais. Pensei em postar no meu blog, mas acho que lá não rola o publico certo pra esse tipo de texto.
postado em por Beats.
Sabe aquele momento em que você não sabe o que fazer?
Aquela fração de segundo, quando você fica parado, sem saber se corre pra pegar o ônibus ou se espera o próximo no ponto? Então, quer prova maior de que o tempo é relativo?
Esses pequenos segundinhos podem fazer muita diferença. Sabe quando você fica na dúvida se liga ou não pra promoção da rádio? Aquela foi provavelmente a sua única chance de ganhar um CD player, ou um CD do Rouge autografado.
Lembre-se quando você parou pra pensar: “Eu nunca vou chegar na mais linda da faculdade, é muita areia pro meu caminhãozinho... Só pode ser brincadeira dos meus colegas”. Pois é. Hoje você já deveria estar comemorando seu aniversário de namoro.
Tá vendo como a vida é mais legal quando você não dúvida de sua capacidade?
Ta vendo como segundos ou minutos mudaram toda sua vida? Você é um derrotado.
O único conselho que eu dou para você é: Viva sem o mínimo de incerteza.
Foi assim que eu morri. E quando cheguei no céu sabe qual foi a primeira coisa que eu descobri?
Descobri que a frase mais freqüente aqui no além, do ponto de vista dos recém-chegados é claro, é: “Será que dá tempo de atravessar a rua?”.
Esse foi mais um episódio de Histórias que o povo conta. Semanalmente atualizado pelo titio Beats aqui. postado em6.16.2005 por Beats.
O relógio já marcara 15 horas fazia tempo. Sabia que estava atrasado faz tempo também.
“Bela impressão que vou dar ao meu chefe”.
Ao andar desorientado pelos corredores do edifício, não conseguia parar de pensar na mancada com o chefe do departamento de química. Teve de puxar muito saco para conseguir ingressos para conseguir ingressos para esta palestra.
Sala seis, próxima porta à direita.
“Os horizontes da bio-química moderna”, lendo a placa como um borrão.
Dura vida de estagiário. Desmarcou a pelada de domingo apenas para estar do lado de seu superior.
“Um lance de confiança”, pensou.
Mas ao sentar em sua cadeira, não viu sinal nenhum do japonês.
“Se ele não vier, ao menos assisto a palestra. Responsabilidade. Essa será a impressão”.
30 minutos depois e ainda não sabia do que se tratava. E foi batendo o desespero.
“Onde é que ela quer chegar? Elemento anafórico? Existe isso na tabela periódica?”
E daí pra pior. Ladeira abaixo.
40 minutos. Fome. Itens léxicos
50 minutos. Sono. Metaforização do trabalho.
Aos 90 minutos, no final do segundo tempo, não viu mais ninguém quando abriu os olhos. Cadeiras vazias.
Eram 18 horas marcadas no relógio de pulso.
Encontrou o Sr. Takaezu no burburinho da saída:
- Onde você estava? Não te vi no auditório.
Olhou para trás e para a placa. Agora com calma conseguiu ler claramente:
“Os horizontes abstratos na poesia moderna”.
De algum modo, sabia que seria a nova piada da segunda.
Olhou para o cartão e viu que o 6 é na verdade um 9 de cabeça pra baixo.
E vice-versa.

Mais uma coletânia de Allan Sieber e novamente pela editora Conrad. A impressão e acabamento é muito boa, pode ficar dias encima do bidê que não estraga ( testado e aprovado )! Uma pena que ( acho ) não role nenhuma tira nova, então se você acompanha os quadros no Folhateen ou lê o blog do autor, não estará perdendo muito se deixar de gastar 20 pratas neste livro!
O legal é que vem incluso alguns relatos reais e hilários de estagiários de todo o Brasil, e além disso vale a pena porque o humor é quase impublicável, as tiras são sacais, o desenho é até legal e o Oséias merece!
postado em6.01.2005 por evil.
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