For Love of the Film


Um dos melhores filmes de fã que eu vi. E olha que é quase um por semana...! Barry Curtis nesta pequena obra prima pegou a síntese do que é ser fã de Star Wars. Se você é fã com certeza vai se identificar.

Diversão, Star Wars é isso. Clique na imagem!

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a face do racismo

"A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos", disse o senador Jorge Bornhausen (PFL). Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio - de fascistas e banqueiros - é usual referir-se ao povo dessa maneira - são "negros", "pobres", "sujos", "brutos".

“A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos” (Jorge Bornhausen, senador racista e banqueiro do PFL)

O senador Jorge Bornhausen é das pessoas mais repulsivas da burguesia brasileira. Banqueiro, direitista, adepto das ditaduras militares, do governo Collor, do governo FHC, do governo Bush, revela agora todo o seu racismo e seu ódio ao povo brasileiro com essa frase, que saiu do fundo da sua alma – recheada de lucros bancários e ressentimentos. Repulsivo, não por ser loiro, proveniente de uma região do Brasil em que setores das classes dominantes se consideram de uma raça superior, mas por ser racista e odiar o povo brasileiro. Ele toma o embate atual como um embate contra o povo – que ele significativamente trata de “raça”.

Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio – de fascistas e banqueiros – sabe-se que é usual referir-se ao povo dessa maneira – são “negros”, “pobres”, “sujos”, “brutos”, - em suma, desprezíveis para essa casa grande da política brasileira que é a direita – pefelista e tucana -, que se lambuza com a crise atual, quer derrotar a esquerda por 30 anos, sob o apodo de “essa raça”.


É com eles que anda a “elite paulista”, ultra-sensível com o processo de sonegação contra a Daslu, mas que certamente não dirigirá uma palavra de condenação a seu aliado estratégico (da mesma forma que a grande mídia privada). São os amigos de FHC e de seus convivas dos Jardins, aliados do que de mais atrasado existe no Brasil, ferrenhamente unidos contra a esquerda e o povo. Mas não se engane, senhor Bornhausen, banqueiro e racista, muito antes do que sua mente suja imagina, a esquerda, o movimento popular, o povo estarão nas ruas, lutarão de novo por uma hegemonia democrática, anti-racista, popular, no Brasil. Muito antes de sua desaparição definitiva da vida pública brasileira, banido pelo opróbio, pela conivência com a miséria do país mais injusto do mundo, enquanto seus bancos conseguem os mairores lucros especulativos do mundo, sua gente será defintivametente derrotada e colocada no lugar que merece – a famosa “lata de lixo da história”.

Não, senhor Bornhausen, nosso ódio a pessoas abjetas como a sua, não os deixará livre de novo para governar o Brasil como sempre fizeram – roubando, explorando, assassinando trabalhadores. O seu sistema, o sistema capitalista, se encarrega de reproduzir cotidianamente os que se opõem a ele, pelo que representa de opressão, de expoliação, de desemprego, de miséria, de discriminação – em suma, de "Jorges Bornhausens". Saiba que o mesmo ódio que devota ao povo brasileiro e à esquerda, a esquerda e o povo brasileiro devotam à sua pessoa – mesquinha, desprezível, racista. Ele nos fortalece na luta contra sua classe e seus lucros escorchantes e especulativos, na luta por um mundo em que o que conte seja a dignidade e a humanidade das pessoas e não a “raça” e a conta bancária. Obrigado por realimentar no povo e na esquerda o ódio à burguesia.


Emir Sader, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História".

Publicado originalmente em Carta Maior

http://www.nova-e.inf.br/pensadores/odio_burgues.htm

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Quando eu crescer...

Já passei dos vinte anos, irei fazer 23 em breve. Atualmente não trabalho e apenas estudo, este bancado por terceiros.

Já vivi 5 anos no Japão e fiz de tudo menos juntar um dinheiro e pensar no futuro.

Costumava dizer que não me estressava com essas coisas, e hoje só percebo que fui mesmo uma grande estúpida!

Me sinto meio perdida as vezes... a ansiedade me consome quase que completamente por longos períodos de tempo. Infelizmente não sou do tipo que usa o tempo livre para estudar ou ler, não consigo. Não me sinto bem escrevendo, atuando, criando nada, como meus irmãos!

Me sinto perdida...

Eu odeio segunda de manhã.

Odeio ficar sozinha em casa.

Até minha sobrinha "trabalha" numa empresa, e a desgraçada fica na sala da diretoria.. hehehe

Ai meu deus! Acho que vou comer um chocolate!

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art of the saber

Clique aqui e confira um dos melhores fan movies que eu já vi. Acho que esse deixaria o sr Lucas meio... encabulado com a capacidade de meros fãs perante seus filmes e com a desculpa na ponta da lingua: Em Star Wars kung fu não tem vez.

Mas que ficou legal, ficou!

* dica do chumurra: Clique aqui e baixe o mesmo vídeo com uma qualidade bem melhor.

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citta di aria - 1.34.950 - Nissan Falken GT-R - Arcade Time Attack Mode

Já é um começo com o controle dualshock 2 abaixar de 1.35s nesta pista. O controle com o joystick do PS2 é extremamente preciso, ágil e com uma curva de aprendizado bem pequena, não chega nem perto da diversão e sensação de realismo que se obtém com o volante, mas dá para sobreviver...

Clique aqui e confira o replay desta volta. Clique em FREE, aguarde e pegue-o sem gerenciados de download.

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Quem tem medo de ET?

Rua deserta sem carros na estrada, passada apressada, um quase correr. Depois de anoitecer o mundo é um breu.
Sem estrela no céu, o dinheiro do bolso é todo emprestado. Dinheiro suado, porque lá no trabalho, quem manda é o chefe. Mas quem trabalha sou eu.
E desanimado, eu olho pra cima e vejo uma luz! Arregalado, eu paro pra ver.
Jesus! A luz veio descendo e do meu lado começou a descer. E bem lá de dentro, e olha seu moço, saiu um ET! E ele falou:”Você é doido? Não tá com medo? Vou te fazer sofrer!”
“Você tá louco? Pra que ter medo? E medo de quê? Eu nem vou correr!”
“Você não viu tudo! Insolente vagabundo! Depois do meu laser, vai ficar moribundo!”
“Se isso for tudo, ter medo de quê cabeçudo? Agora sai da frente senão eu te chuto!
Não tenho medo do paranormal nem do desconhecido, mas to no meio da rua e aqui tem bandido. Porque aqui o normal é a realidade oferecer mais perigo.
Não tenho medo da sua careta, aqui o risco maior é morrer de escopeta.
O Capeta, Demônio ou tinhoso, é só mais um picareta, medo é quando o morro desce. Aí é bicho solto. Agora licença porque já to indo. Não fica ofendido se fui mal educado. O morro fechou a Linha Amarela. Se chegar em casa inteiro eu te vejo no Linha Direta!”

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ele quer ser o "Ken"


Eu já vi dezenas de loiras siliconadas na mídia querendo ser a Barbie, esse cara quer ser o Ken!

É... o mundo esta mudando! Clique e confira!

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post deletado

O post sobre nosso querido Klaus e sua técnica milenar de penetração vaginal pelas costas com as pernas fechadas, foi deletado sob solicitação ( pedido mesmo, formal sem qualquer indução à ameaça ) de não importa quem. O que é importa é assim como me dou espaço para expor o que penso aqui, preciso também respeitar a opinião dos outros. Antes que pensem besteira, não foi nenhum dos protagonistas e acredito que ninguém com contato direto com os mesmo.

Mas os argumentos me convenceram. Esta menina já sofreu demais mesmo. Fica aqui meu pedido de desculpas. Não foi a primeira e nem será a última vez que voltarei atrás com relação a esse assunto.

E a leitura no banheiro continua,

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chuta essa cadelinha?


Antes que seu preconceito musical e sua pose de rockeiro de verdade ( como se isso existisse ) o faça deixar de ler esse blog. Vou avisando, não sou fã da Pitty se isso importa!

Mas sempre, por castigo ou osmose, ouvi essa bela morena cantarolar entre guitarras distorcidas e um som rock alternativo para rádios de São Paulo. Nada contra, mas Deus sabe como eu gostaria que bandas realmente boas e undergrounds despontassem na mídia como essa moça o fez. É porque ela é gostosa? Ou simplesmente o som agrada? O primeiro cd dela começou bem na surdinha, o sucesso cresceu nos troca-trocas de cd entre amigos e os mp3 no Kaaza, ae foi o boom e a invasão na mídia, com musiquinha na Malhação e participação no Serginho.


Então porque comentar o segundo cd, o ANACRÔNICO? Porque para minha surpresa ela não fez o mais fácil, mas talvez o mais previsível. Ela não se vendeu ao gostinho pop, as musicas estão mais pesadas, os arranjos mais hardrock e comportados ( sem grandes viagens ). Os vocais ainda provam que ela deve ter chupado um negão bem dotado que destruiu suas cordas vocais, mas WHO CARE? Vai me dizer que a querida Janis tinha uma voz de diva? Os fãs vão adorar anyway.

Pitty sem dúvida nenhuma carrega atitude isso é o que conta e é a sua maior qualidade. É um cd para ouvir no carro ou trabalhando no PC, agrada aos ouvidos de ouvintes menos ousados em querer algo realmente Radiohead ou Franz F. no Brasil. Tem coisa boa rolando, mas também tem muito lixo fazendo sucesso. Então vale a pena experimentar e prestigiar uma sobrevivente do movimento underground que ganha os louros da grande mídia.

Eu tenho esperanças que ela só venha a amadurecer com o tempo. As letras estão melhorando, deixando de ser comparações simplistas a temas filosóficos e da literatura de ficção ( Admirável Mundo Novo, com chip novo? ) e mais adequadas ao mundinho dela. Quem sabe no terceiro cd não teremos uma grata surpresa.

Clique aqui, baixe o cd inteiro em mp3 para manter ela pobre - como baixar bittorrent? Google mermão!

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ikuzo, Azumi!


Review do filme lá na EGL, aquele site tesão pra caralho. Clica aqui e leia-o.

Link para o torrent do filme. Legendas em português você consegue aqui e se não sabe usar bittorrent, clique aqui.

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a queridinha do brasil


- Mamãe, esta digital é genial. Vamos fazer um fotolog para colocar as fotos de nossas viagens. Papai vai amar!
- Não fode, Gabriela!


HOAUAHAOAHOA, eu tinha guardado esse blog maravilhoso no meu bookmark e acabei esquecendo de postar aqui. Vale os 25 minutos que fiquei exclusivamente nele. Clica na dupla e have fun!

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putaria na internet te deixa cego?


Clique aqui, AQUI! AQUI!

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seu saraiva finalmente infartou?


Na verdade foi cancer. Link: "Morre de câncer o ator Francisco Milani, aos 67 anos"

Pô Millani, justo agora? Com tudo que anda rolando lá no cerrado, o que a gente mais precisava era: TOLERÂNCIA ZERO!

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bonsai kitten



Eu Engarrafo, Tu engarrafas, Nós Engarrafamos. Todos engarrafam gatos!

Site "official"

Site brasileiro comenta o assunto

Nobre comunidade no orkut

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tzwiiimmmmmmmmmm!!!!


Clique aqui e baixe-o em torrent. Se você é daqueles que chorou no último episódio, aquele do "regresso", ou aprendeu a roer as unhas naquela maldita ansiedade dos 60 segundos cravados para nosso herói matar a lagartixa gigante que atormenta Tókio! Enfim, se você tem mais de 25 anos, assista esse filme sozinho.

Porque você vai chorar!

Quando eu me recompor escrevo um review para o site.

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O Carrossel das cores.

Já tinha saído atrasado de casa, e quando viu o seu ônibus passar na sua frente, sabia que teria de esperar mais 10 minutos no ponto.
E esperou.
Não parava de olhar para o relógio. Tinha 20 minutos para chegar na faculdade. O trajeto do ônibus demorava no mínimo 40 minutos. Matemática impossível. Olhava o relógio a cada minuto. Não que isso fosse ajudar em alguma coisa, mas a ansiedade nessa hora é maior que a paciência.
Foi quando a viu entrar. Logo de longe reparou na pessoa que ia passando pela roleta do coletivo. Linda.
Não que ela fosse aquela mulher de parar o trânsito, mas possuía uma beleza tão singela e comum que ele desejou com todas as suas forças que ela sentasse no lugar vago ao seu lado. A sorte sentou do seu lado. E ela também.
Alguma coisa o incomodava. Sabia que a conhecia de algum lugar. De alguma maneira sabia que era íntimo daquela pessoa que acabava de encontrar. Foram amigos há muito tempo atrás. Carrossel.
Mas sua memória para nomes não era tão boa quanto sua memória para rostos.
Olhava cada vez com mais freqüência.
Ela já desconfiará a tempo de que alguma coisa estava errada.
“Deve achar que eu sou um tarado” pensou.
Não se lembrava de ter feito o pré-vestibular com ela. Sua turma tinha 100 pessoas, mas com certeza não era de lá que se lembrava dela.
Não se lembrava de ter feito o Ensino Médio com ela, se fizesse teria se lembrado no mesmo instante. A lembrança estaria fresca na memória.
Lembrou-se do tempo. Teria apenas mais 10 minutos para se lembrar daquele nome.
Carrossel. Por que só conseguia lembrar-se de um carrossel?
Já não tinha mais tempo. Tinha que falar alguma coisa:
“Pode parecer uma cantada de muito mau gosto, mas eu te conheço de algum lugar. Sério”.
“Você sabe o meu nome?”
“Não”.
Sua cabeça já estava doendo... Sua memória já estava na 1º série do ensino fundamental e nada do nome sair. Só lembrava de um maldito carrossel. E era como sua cabeça estava naquele momento. Girando.
“Você sabe ao menos de onde me conhece?”
“Não exatamente.”
“Então você é péssimo em cantadas. Agora dá licença que eu desço no próximo ponto.”
Fechou os olhos. De onde se lembrava daquele rosto? Sabia que já tinha visto aqueles cabelos loiros há muito tempo...
Puta que pariu! Ela era morena! Estudei com ela na pré-escola há muito tempo atrás. Qual era o nome daquele lugar? Colégio Castro Alves...
“Castro Alves!” Gritou.
Ela olhou para ele.
“Se for continuar chutando mal desse jeito...”
Morena, ela era morena... Cabelos longos e negros... Morena... Não loira... MORENA!
Quando ele a viu descer do ônibus gritou pela janela:
“Thaís!”.
Ela olhou para trás e balançando a cabeça sibilou:
“Tarde demais Pedro...”

Quando chegou em casa de volta do trabalho já estava enfurecido.
www.google.com.br:Colégio Castro Alves
“Fundado em 1980, contando apenas com a pré-escola, sob o nome de Escola Carrossel...”
Não precisava ler mais nada. Sua vista começou a escurecer.
Maldito Carrossel.
Maldito Colorama!
Maldita seja toda e qualquer tintura para cabelos!

E esse foi o desfecho de mais uma Histórias que o Povo Conta! Esse é o tio Beats, sempre trazendo contos levemente baseados na vida real! E atenção! A próxima história pode ter acontecido com você! Fiquem ligados! Obrigado e até a próxima!

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ah essas anas!


A Ana Paula Padrão tinha aparentemente tudo; de reporter fincada em brasília, passou para âncora no melhor telejornal até então, o Jornal da Globo que rola sempre lá pra meia noite. Ia para o Afeganistão, colocava uma burca e mostrava o Taleban aos brasileiros, e sempre com um "boa noite" próprio, para deleite dos fãs de seus "caham" dotes jornalisticos...

Pois é, ela tinha tudo. Ou melhor, não tinha. Mostrando ter mais culhões que muito macho que eu conheço, largou seu cobiçado cargo na Globo, pulou para o SBT, uma emissora que como prestígio jornalístico tem a mostrar um telejornal com moças de minissaias e no curriculum o folclórico Aqui Agora.

Pois é e tudo isso para ter mais tempo livre com seu marido e curtir as pequenas e prazeirosas coisas da vida.

Que inveja!

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assine veja e ganhe 02 deputados do psdb

Acho que é consenso entre as pessoas esclarecidas que a revista semanal Veja é tucana, melhor dizendo, é oposição quase que declarada quando o assunto é nosso mensalista e ex operário Lula. Nem me lembro mais quem me passou esse link para postar aqui, demorou mas está ae, é mais uma crítica à metodologia usada pela revista na sua incessante busca por manipulação e coisa e tal. ( se as pessoas não mudassem seus nicks a cada 15 min no MSN eu saberia, acho )

Não é a Veja que é má, você que é retardado assinando essa porcaria.

Link: O jornalismo manipulador da revista Veja se volta contra escritores

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Mistérios de nossa infância


Como é o rosto da babá dos Muppet Babies?

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o cinema animado


Por sorte tive que vir a São Paulo hoje e aproveitei para ir ao único cinema na cidade que está exibindo O Castelo Animado legendado com diálogos em japonês, embora o Michel a Gisele já tivessem comentado que a dublagem não chegava a incomodar, preconceito é preconceito e para mim dubladores poderiam todos morrer de fome.

O que dizer de Castelo Animado, ou melhor dizendo, Hauru no ugoku shiro? É bom? Vale a pena? É melhor que a Viagem de Chihiro?

Eu sai da seção com a alma lavada e o coração cheio ( desculpem, eu tinha que dizer isso ) , Hayao Miyazaki é um gênio e não é porque seus filmes dão muito dinheiro ( as bilheterias dos seus desenhos no Japão rivalizam entre as maiores do país ) ou porque a animação é perfeita( quase que completamente feita a mão, o CG é usado apenas nas cenas complicadas demais ) mas é porque saímos da seção anestesiados, exaltados e em paz. Seus filmes carregam uma enorme carga de mensagens, tanto que dá para assistir várias vezes e curtir as diferente nuances e detalhes no enredo. Ele não se preocupa em vender e sim em mostrar.

E qual a mensagem de Castelo Animado? Paz definiria bem as duas horas de filme, um povo que recebeu duas bombas atômicas e viveu como poucos os horrores que a política e a pólvora podem trazer, parece não ter esquecido a lição e Miyazaki trás de uma maneira leve, porém incisa a mensagem para crianças de todas as idades. Porém não pense o que o filme perde um dos grandes charmes das animações japonesas: o estilo consagrado e a animação fluente caminham de mãos dadas com um humor gostoso que diverte bastante. O Castelo Animado e os outros desenhos de Miyazaki; Tonari no Totoro exaltando a fantasia, esperança e vivacidade que só as crianças tem, Mononoke Hime e sua mensagem contra a industrialização desenfreada e a favor da natureza ou Viagem de Chihiro que fala sobre amadurecimento, compaixão, amizade e força interior deveriam ser filmes obrigatório paras as crianças, hoje tão carente de bons exemplos na mídia.

Não que seja contra um Naruto ou Dragon Ball para relaxar, mas as vezes carecemos de uma coisa tão boa quanto esses filmes, me faz ser criança de novo, imagine o efeito nas próprias?

Jabor, ta ae um filme para você assistir.

obs: O Michel ficou encarregado pelo review do filme na EGL. Isso foi apenas um desabafo, nesse post ia falar mau da péssima e atrasada distribuição nacional dada ao filme e comentar o trailer retardado que editaram para a divulgação tupiniquim, mas estou tão feliz por tê-lo assistido que relevei esses detalhes e preferi tentar, assim como o Michel, convencer você a ir no cinema... tão caro eu sei, mas que nesse caso vale cada centavo. Bom filme então :)

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como matar motoboys?

Tenho um camarada aqui na empresa que simplesmente ODEIA essa raça, não sei ao certo se ele é azarado ou se o transito em sampa tornou-se mesmo essa arena de batalha entre os motoristas e essa baianada que sustenta os 15 filhos entregando pizza. Tem bons e maus profissionais? Claro, em todos os lugares tem, então neste caso temos os motociclistas e os motoboys.

Como se portar? Atropelando um? Jogando-o em direção a um ônibus? É a forma mais barulhenta e divertida, mas não é a correta. Você nunca saberá se matou um autêntico easy rider ou um motoboy com sérias frustrações financeiras. Eis então que entra a minha idéia!

É até boa, tanto que esse meu amigo já disse que ia essa semana mesmo orçar para ver se sai muito caro. O lance é o seguinte, soldar ( bem soldado, se possível na armação de aço da porta ) uma barra de aço ou ferro ultra-resistente, ligas de metais usadas em armações de carrocerias de caminhão por exemplo, então compre um retrovisor estilo "puma", bem feio eu sei, mas grande o sufuciente para esconder a barra de ferro. Assim é só esperar o primeiro puto animado para chutar sua viga de metal, digo, retrovisor.

E não esqueça a câmera digital quando for dirigir, seria bom demais receber uma foto ( sangrenta ) num mail anexado com uma boa idéia minha funcionando.

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Para Ler no Banheiro (E se borrar de vez)


Rick Grimes é um policial de uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos. Mas durante um tiroteio ele se fere gravemente e vai parar em coma no hospital. O mais interessante é que quando ele acorda, a cidade foi tomada por zumbis que se alimentam de carne humana, e agora sua vida não pasa de um jogo em busca de sua sobrevivência!

Você pode estar se perguntando: Por que o Beats está aconselhando a leitura daquele filme de zumbi que passou a pouco tempo nos cinemas?
Eu posso te responder. A história clichê acima é na verdade o plot de uma das melhores HQs que eu já botei as mãos (no sentido figurado é claro) durante toda minha vida.
Como já deu para perceber acima se a idéia pode não soar tão original assim, os clichês estão aí para tornar tudo mais previsível, por que raios isso se tornou uma obra-prima?
Respondo afoito leitor, se você é como eu e gosta de filmes de zumbi (os de verdade, e não os Residents Evils de ultimamente), você deve ler essa HQ. O clima é o mesmo dos bons filmes de zumbis: Tudo tranquilo, e de repente, HAAAA... Lá está o zumbi que apareceu do nada para tentar comer sua cabeça!
Ao decorrer das edições você acaba descobrindo a diferença entre o papel e a película: Tudo no HQ é melhor, porque simplesmente você se sente num filme de Romero que não acaba nunca! Imagine ver "A noite dos mortos Vivos" durante semanas. Imaginou? Sim, esse é o feeling que a HQ te passa.
"E porque esse feladeumaegua quer tanto comparar a HQ com um filme?".
Simples: Porque a HQ originalmente não foi arquitetada para se parecer um filme. Ela usa um grande número de quadros por página, o oposto dos HQs atuais que tentam dar um toque cinematográfico com os splashs (o Wide screen dos quadrinhos), que dão um toque de interação com os personagens. Mas apesar disso o clima de você estar diante de um filme de zumbi da década de 70 é o mesmo. SIM! Ela é toda em preto em branco (P&B)! Mas isso ao invés de afastar os leitores acaba dando um charme a mais, um estilo próprio para o HQ.
Walking Dead é escrito por Robert Kirkman, com arte de Charlie Adlard e Cliff Rathburn e foi indicada ao 2004 Eisner Awards (Oscar da indústria de quadrinhos) como Melhor Título Novo.

Apesar de tamanho sucesso nos States a revista ainda não esboça sinal de publicação em solo tupiniquim, e deve ser adquirida em importadoras do gênero (Eu admito, isso foi uma tremenda maldade da minha parte).
Aqueles interessados eu disponho as quatro primeiras edições traduzidas. Só me achar no Mirc.

Altamente recomendada pelo Beats!

Eu devo ficar comprometido com os próximos lançamentos relacionados à HQ nesse blog. Né evil?

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jabor e o pecado!


Nosso querido cuspideiro ( digo, comentarista, jornalista, cineasta... sei lá ) da rede Globo viu Sin City e não gostou. Eu achei interessante o ponto de vista dele sobre o filme, o Michel pescou o texto e eu coloco aqui para vocês. Comentem, esse vale a pena:


Arnaldo Jabor

‘Sin City’: A estética da morte ‘cult’

Cansado de CPI, enjoado de gângsteres brasileiros, resolvi ir ao cinema ver gângsteres americanos. Entrei no incensado “Sin City” para me distrair. E saí bestificado: é inacreditável que nenhum crítico brasileiro tenha denunciado esse abacaxi sangrento. Ninguém tem coragem de condenar um filme desses por medo de ser chamado de “censor”. Há muitos anos, quando estreou no Brasil um filme do Stallone chamado “Cobra”, onde punhais recurvos com dentes agudos retalhavam corpos humano, tiros explodiam cabeças, eu dei uma entrevista dizendo que devia ser proibida a importação de lixos como aquele, do mesmo modo que devemos impedir carne estragada. Só faltaram me matar. Estávamos no alvoroço da abertura democrática. Os libertários me consideraram fascista porque eu protestara contra aquilo. Alguns mais sofisticados falaram no “sagrado direito” de se curtir a violência até como um escape para a dureza do mundo. Pois, hoje digo e repito: filmes como o “Sin City” deviam ter anúncios avisando do sadismo brutal que exibem, que fazem propaganda das delícias da crueldade. Disfarçado de “arte cult”, desfilam o glamour dos esquartejamentos, a “beleza” punk-pop da tortura e até do canibalismo.

Filmes como esse que estão aí nas telas mostram o aumento progressivo da paranóia americana, mesmo depois do 11 de setembro, deixando patente como a cultura da violência é sua tradição, com suas armas sinistras, aliás, legalizadas há dias pela Suprema Corte. Essa gente está cada dia mais louca, fazendo filmes que mostram que Hiroshima ou Iraque não têm nada de chocante no imaginário americano médio. Sem falar no desejo de autodestruição que os filmes-catástrofe exibem, inspirando até como sabemos o Osama. Que povo esquisito: excita-se com a própria extinção e com o sangue dos outros jorrando. Não há filmes europeus exibindo a destruição de Paris, ou de Madri, com volúpia. É impressionante como uma nação espantosamente competente em ciência e tecnologia, com uma cultura rica e profunda, tenha de pagar um preço alto por sua eficiência obsessiva. Uma civilização tão auto-exigente paga caro para compensar seus desejos inconscientes reprimidos, exatamente como a Europa já está pagando em corpos esfacelados a guerra do Iraque inventada pelo Bush e Blair. E “Sin City”? Claro que os amantes “cult” dos quadrinhos de Frank Miller me chamarão de “careta”, de desinformado sobre a estética pop da “contemporaneidade”. Dirão que eu não entendo da beleza da estilização digital, que o filme foi tratado com telecinagens de última geração etc. Essa coisa virtual pode ser importante na tecnologia, O.K., mas como diria o lugar-comum profundo: “É contra a natureza humana.” A estética desse filme é um lixo, dirigido por Roberto Rodriguez, um mexicano medíocre que foi ganhar grana em Hollywood, servindo de peão, de ajudante de obras do Tarantino. Estão criando um formalismo digital que ninguém contesta por falta de referências culturais e teóricas. Não se sabe mais o que é bom ou ruim, como dizia meu avô. É impressionante ver como os espectadores mudaram nesses anos todos. Aos poucos, estaremos domesticados por convenções de linguagem, de ritmos, pela aceitação de crimes banalizados, pelo amor a uma superficialidade que se diz “profunda”, justamente por ser “efêmera”, “volátil” na pós-modernidade (argghh...). O espectador de hoje não reflete mais, não contempla, não pensa; ele é pensado pelo filme. O filme é um videogame ao contrário, que programa o jogador.

Mesma coisa com os filmes de caratê e espada chineses, com aquele bando de babacas voando por cima dos bambuzais, dançando um ridículo balé da morte, com o sangue que jorra em câmera lenta, as cabeças voando decepadas, os olhos vazados, tudo muito “belo” (e escroto), para fascinação dos espectadores “cult”: “Oh... que belos intestinos saindo pelos buracos do ventre em contraluz!”. Isso que os americanos estão fazendo nas últimas décadas é o fim de toda inocência. O “Guerra dos mundos” antigo era muito melhor que o abacaxi recente do Spielberg. Os filmes “comerciais” tinham uma leveza simpática que o aperfeiçoamento digital extinguiu. Agora, trata-se de uma estética da morte, visível em “belos” produtos pop como “Matrix”, “Sin City”, “Clube da luta”, tantos.... Em “Sin City” restam alguns detritos para fingir uma ética ou um “Bem”. O herói é um matador deprimido, com um vago sentimento de justiça para legitimar estripamentos e degolações, na luz funérea de um mundo acabado, lugar onde mora o inconsciente do Partido Republicano.

Vendo esses filmes, fica claro nosso beco-sem-saída ético, cultural e político. A direita mercantil, a repressão antidemocrática, o poder Republicano não estão aí por acaso; eles atendem a um profundo desejo das “Coisas”. A voracidade cega do mercado precisa de uma ideologia que a absolva e explique. As “Coisas” sugerem pensamentos, as “Coisas” criam idéias. A crítica, que já teve uma missão didática, seletiva, de analisar os filmes pela trama da “cultura”, da história do cinema, está passiva. Agora, a pós-modernidade (arggh...) extinguiu qualquer tradição estética ou ética. Que saudades de André Bazin, de Truffaut crítico, de Pauline Kael, Paulo Emílio, Moniz Vianna, Ely... Que terrível a ausência de Fellini, Bergman, Antonioni, Welles, cinema realmente independente... Existe, na teoria da informação, um conceito chamado “loudness” (volume do sinal). A cultura do espetáculo exige que esse nível suba sempre, para não decair o impacto da novidade.

O mercado demanda mais e mais “loudness”. O que virá em seguida? Na estetização da morte já chegamos até ao mundo dos necrotérios, ao suspense da podridão, ao ânus da vida, como no filme “Seven”. “What comes next?”. A violência cresce nas telas e nas ruas do Ocidente. Essa gente ainda vai acabar com o mundo.

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cidade feliz?

Paulínia é uma pequena cidade com 50 mil habitantes, fica ao lado da cidade de Campinas, a 15km da Unicamp e 120 km da capital paulista. É uma cidade privilegiada por contar com um dos maiores pólos industrial químico e petroquímico de toda região sudeste. Aqui se concentram empresas como a Rhodia e a maior das refinarias da Petrobras. Nem é preciso ser um gênio para entender que a arrecadação de ICMS e outros tributos aqui é absurdamente grande, a cidade tem uma arrecadação comparável a cidades como Campinas, com mais de 1 milhão de habitantes.

Para onde vai todo esse dinheiro? Bom. Desde os idos dos anos 90, Edson Moura sagrou-se prefeito da cidade. Com um lema " Cidade Feliz " promoveu verdadeiras orgias em forma de suntuosos portais e obras farâonicas pela cidade, mas também necessário dizer que ele aumentou consideravelmente o número de creches e melhorou substâncialmente o sistema municipal de saúde. Dava para fazer mais? O que você acha?

Se essa cidade tem tanto dinheiro, porque ainda há tanto a ser feito? Sim, pasme, mesmo com uma arrecadação que dizem chegar a 500 milhões de reais ano, ainda existem bairros sem infraestrutura, não existe tratamento para o esgoto despejado no rio que corta a cidade, os cursos técnicos da cidade carecem de melhor infraestrutura, o desemprego assola a cidade e o nível de escolaridade não é maior se comparado a cidades vizinhas. Porém deixo claro que a cidade em sua maioria é predominante mente composta por famílias de classe média, a qualidade de vida é acima da média se levarmos em conta o resto do país, serviços públicos ainda funcionam com regularidade e tudo isso antes de se instalar a atual filosofia executiva. A cidade ficou mais bonita, disso não tenho dúvidas, mas tenho dúvidas se beleza é tudo, e a cabeçinha do povo? Esse tipo de beleza não conta?

A cidade conta com um suntuoso rodoviária-shopping, situado longe do centro da cidade, funcionando a alguns meses e ainda sem nenhuma loja operando. Isso porque é evidente que o centro comercial nas cidades vizinhas é muito desenvolvido contando inclusive com um dos maiores shoppings da América Latina a menos de 14 minutos do centro desta cidade feliz. Posso ainda citar o Brasil 500, uma verdadeiro coliseu moderno com direito a sambódromo e um pavilha de eventos que com sorte é utilizado uma ou duas vezes por ano. O povo ainda é agraciado com esporádicos shows gratuítos com célebres artistas pop como Ivete Sangalo e Charlie Brown Jr ( eu disse grátis? Isso se você não paga impostos, claro )

E ainda há a promessa de uma PIRÂMIDE de vidro bem no meio da cidade, cobrindo a honrosa igreja católica, dessas bem simples mas agraciadas com a beleza da idade. A desculpa é proteger o patrimônio histórico ( !! ) e ao mesmo tempo potêncializar a capacidade turistíca da cidade.

Sim, esta cidade na visão da administração será uma nova Disneylândia.

No caos que se encontra o país, no caos em que se encontra o executivo federal, é até perverso você visualizar esse tipo de coisa acontecendo. As vezes imagino que o povo faz por merecer, mas isso é errado. Se formos pensar assim, a humanidade como um todo deveria ter dado lugar aos verdadeiros donos deste planeta, as formigas! Elas sim são trabalhadores organizados e seu líder, a rainha das formigas só pensa em seus iguais, afinal se as operárias forem pro saco, o que será dela?

E chega a ser engraçado ver que Paulínia não sai dos notíciais locais pois no começo da semana foram abertas as inscrições para o concurso público como servidor desta honrada cidade. Média de 10 horas na fila, previsão de 60 mil inscritos. Porque não houve inscrição pela Internet?

Segundo acessoria da prefeitura, porque a maioria do povo não tem Internet. Mas TV todo mundo tem, claro! E:

The show must go on!

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Hoje perambulando nas comunidades de uma amiga dei de cara com uma, finalmente, comunidade interessante:

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=802767&tid=4354863&tim=1101370558&crt=1119344

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