Nochnoy dozor

Nochnoy dozor é o título original, Night Watch é o nome americano e aqui parece que ficará como Guardiões da Noite. O filme é russo, baseado numa trilogia literária, fez estupendo sucesso em seu país de origem, desbancando inclusive as produções americanas ( coisa normal, até aqui isso anda rolando.. ). Eu já tive a oportunidade de experimentar essa mistura de ficção policial com vampirismo e forças ocultas em geral, e gostei bastante. O enredo segue a premissa de que a muitos séculos atrás as forças das trevas e da luz selaram um acordo que acabou com uma sangrenta guerra. Uma antiga profecia diz que um ser muito poderoso virá a Terra para foder com tudo. Mas de que lado esse "escolhido" irá ficar? Pois é, isso não se sabe, mas ele está em Moscou.

Fodido, o filme é fodido. Impressionante como o diretor Timur Bekmambetov conseguiu produzir sequencias de ação com efeitos especiais tão impactantes, mesmo com poucos recursos financeiros, o enredo é interessante e apesar dos cliches ( vampiros, lutas estilosas pra porra e bruxas gostosas ), surpreende com personagens legais e sacadas interessantes ( os tais guardiões da luz moram onde? Na central de energia da cidade! ). O filme é o primeiro de uma trilogia, como foi sucesso de crítica e de bilheteria, as sequências estão garantidas. \0/

Bom, e começou a 29º mostra de cinema em sampa, e o filme está em exibição. Imperdível pois esse filme DEVE ser visto em tela grande. Clique aqui e confira a programação.

E ainda, a FOX já levou o filme ao circuito americano e promete aportar no circuito nacional brasileiro dia 18 deste mês, assim espero.

Vampiros russos são styles pra caralho. Se quiser, o trailer está aqui.

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link & mail

Clique aqui e veja como desde o início a violência sempre permeou os games.

Outra coisa, parem de me mandar imagens sobre o referendo, eu já vi coisas bizarras feitas no paint, mas o negócio ta ficando complicado...

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voltei!



Pois é, estou de volta! Depois de merecidos dez dias de total descanso ( para o bem da alma e do miocardio ) já desenbarquei no mundo real dos trabalhadores, voltarei à labuta semana que vem e acho que amanhã estarei em casa. Enquanto isso na caixa postal do meu e-mail muitas montagens e mensagens de amor e ódio. Nos próximos dias eu dou uma organizada e posto o que penso realmente sobre essa merda de referendo e claro, novas montagens. Afinal o NÃO ganhou, mas ainda dá pra fazer muita piada com essa besteira toda.

Por agora um link para um game em flash bem tesudo e nerd para os amantes do universo do Adams e seu Guia do Mochileiro das Galáxias, clique aqui e mate tempo no serviço.

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Bom, domingo tá chegando. Hora de algazarra nas ruas, contagem ao vivo dos votos na Globo... Domingo é dia da festa da democracia no Brasil.
Não vim aqui apresentar argumento nenhum sobre o sim e o não. Mas hoje me senti na obrigação de comentar uma coisa curiosa: A Campanha do SIM.
Hoje ouvi sobre um chamado Show do Sim. Artistas músicas e azaração... Ah sim... Discursos inflamados sobre o Voto SIM.
Deprimente. E outra, sou completamente contra o uso da imagem de artistas em campanha na TV. E se você tem mais de 2 neurônios funcionando você vai saber o porquê.

Marcelo Yuka e Andréa Beltrão dizem SIM
Daniela Mercury, Malu Mader e Roberta Miranda dizem SIM
Fernanda Montenegro diz SIM
José Mayer diz SIM
Maria Paula e Felipe Dylon dizem SIM
Gabriel, DJ Marlboro e Ingrid Guimarães dizem SIM
Angela Vieira, Lázaro Ramos e Wagner Moura dizem SIM
Luis Salém, Gilberto Braga e Zezé Motta dizem SIM

Mas aposto que você, cidadão brasileiro e não-global, ainda não sentou para refletir sobre o assunto né?

Se o Felipe Dylon, essa figura formadora de opinião que representa, vota SIM, eu voto também.
A Globo vai ganhar na guerra do Ibope. Com ou sem armas.

Qual será minha escolha no domingo?
Gostaria muito se você pesquisasse no Google pra mim se a marchinha que eu vou cantar no Domingo já existe ou não:

"Vote SIM! Vote NÃO!
Mas referendo não tira arma da mão!"

Caso não encontrem nada me avisem nos comentários. Ia ser legal descobrir que inventei isso antes de todo mundo...

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campanha do NÃO - parte 2

Seguem honradas contribuições de leitores no vaso. Na ordem: Marlon Neila Seron, João Gabriel Michetti Ferreira e Thiago Kokol Coltro.




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Serviço de utilidade pública

Michel, seu amiguinho Léo precisa falar com você ainda hoje. Não vai ter churrasco no domingo. Liga pra ieu no celular ou em casa. Se aparecer aqui amanhã perguntando "Cadê as carne???" vai levar porrada.

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campanha do NÃO

O Leituranobanheiro não acha justo que somente a campanha do SIM tenha ampla colaboração de artistas, famosos, celebridades e doentes mentais, abaixo a nossa colaboração em prol da democracia e honra a todo o dinheiro público gasto nesse maldito referendo. Se você quer ajudar mande a sua imagem para evilgambit@gmail.com.

CPI?




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Smurficídio


"A aldeia Smurf está feliz. Todos cantam e dançam alegremente em volta de uma fogueira. Mas, de repente, ouve-se um sibilar característico e bombas começam a cair do céu como chuva, lançadas por aviões de guerra. Explosões destroem as casas de cogumelos dos pequenos seres azuis. Ondas de fogo e de choque trucidam cada criatura que tenta fugir em vão. Cenas dantescas de sangue e horror tomam conta da antes paradisíaca morada dos duendes.

No final de tudo, o inocente Bebê Smurf, único sobrevivente da tragédia, chora a morte de seus entes queridos, enquanto uma mensagem em caracteres alerta: "Não deixe a guerra afetar a vida das crianças". Esse é o roteiro de um desenho animado em curta-metragem produzido a pedido do Unicef belga.

A animação faz parte de uma campanha para arrecadar fundos em prol da reabilitação de soldados crianças da guerra civil no Burundi, país africano que já viveu sob a tutela da Bélgica. O problema é que o desenho está causando polêmica na Bélgica. Apesar de aprovado pela família de Peyo, criador dos Smurfs, a produção gerou mal-estar quando um preview de 25 segundos foi veiculado no horário nobre em algumas redes de TV daquele país. As reações foram rápidas e negativas.

Há registros de crianças pequenas que ficaram aterrorizadas ao verem, acidentalmente, as cenas chocantes do desenho animado. Philippe Henon, porta-voz do Unicef belga, disse que a intenção é realmente chocar, pois é a única forma de fazer as pessoas pensarem a respeito do problema em Burundi. E poderia ser pior. A agência Publicis, que desenvolveu o roteiro, queria até colocar algumas cabeças decepadas, mas a idéia foi vetada." fonte: Universo HQ.


Legal, agora clique aqui e confira o tal vídeo preview.

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TSE suspende mais 2 trechos do programa do "sim"


Clique e leia a notícia. É, tem hora que é preciso mesmo ser ator...

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mulher moderna:

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Celular

Hoje eu estou um pouco sem assunto para escrever, mas decidi decorrer sobre um fato que muito me intriga: O Celular.
Se existe uma invenção nesse mundão sem fronteiras que me intriga, essa invenção é o maldito celular. Depois de Graham Bell e sua caixinha de falar, o celular foi a maior descoberta no mundo da telefonia (o.O). Eu explico. Gostaria de saber quem foi o inventor que acordou e pensou: "Mas e se eu quisesse sair de casa e continuar falando no telefone? E se eu criar um telefone que pudesse fazer ligações em qualquer lugar. Eu quero diminuir o telefone sem fio!".
Eu gostaria muito de saber quem foi o infeliz que pensou no conceito de telefonia móvel. Tentaria descobrir quem são seus filhos e mata-los. Quem sabe assim eu evitaria que os herdeiros dessa genética ruim arruinem o mundo mais uma vez.
Mas por que todo esse ódio contido? Esse incrível aparelho tornou a comunicação possível de qualquer parte do planeta para qualquer parte do planeta certo?
E é aí meu amigo, que eu digo que a vaca foi para o brejo.
Eu não quero ser encontrado. Não quero ser pertubado em qualquer lugar que eu vá. Não quero.
E você deve estar pensando: "Ó querido digitador imbecilóide, se odeia tanto assim o celular, porque não para de usar e faça-me o favor de calar a boca? "
Mas é aí que eu vejo a magia do negócio.
Imagine o seguinte: O mundo todo a partir de agora é um condomínio de luxo. Um simples condomínio de luxo. E nós somos todos cachorrinhos.
E cachorros de condomínio de luxo usam coleiras. Se você quer ser um cachorro com pedigree você tem que usar coleira. Cachorro sem coleira são vira-latas.
Pois bem, o cenário que descrevi acima se aplica também ao nosso dia-a-dia. E parabéns pro leitor que descobriu que a coleira é uma metáfora para o uso do celular.
Mas como eu tenho inveja desses caninos. Eles ainda possuem algo que nós não temos, eles possuem a liberdade para fazer uma escolha. Raciocine: Quando a coleira aperta muito o pescoço de um cão, é algo instintivo ele morder até retirar a amarra do seu corpo. Nós conseguimos fazer isso?
Mas é claro que não. Se você desliga o seu celular qual é a reação imediata de todas as pessoas que querem saber onde você está? Te perguntar onde você esteve é claro! "Onde você estava que ficou fora da área de cobertura?" ou "Porque você só deixa esse celular desligado?".
E vida de cão.
Lembra quando eu sugeri como se deu a criação do celular?Então, eu acho que isso aconteceu de uma maneira mais diferente do citado acima. E se o inventou acordou sozinho na cama mais uma vez e pensou:
"Onde está minha mulher? Ahh se eu tivesse como encontrar ela a hora que eu quisesse! Pera aí... E se eu inventar um telefone bem pequeninho em que possa ligar para ela a hora que quiser? Seria um meio de deixar de ser o corno mais famoso do bairro. O telefone seria como um SELO LÁ! Telefone selo lá. Telefone celular. PERFEITO!"

Se você não gostou do meu texto e quer discutir sobre o assunto me dá uma ligadinha ok?

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o calor



Sou obrigada a concordar com o morpheus, esse calor tá dose mesmo. Eu deitadona aqui ao lado do ventilador, lendo meus livros, fico imaginando-me no lugar desta menina, numa praia qualquer em Okinawa....

Eu não mereço! sério....

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jornalismo verdade


Será que a Gazeta do Espirito Santo anda com problemas em manter os estagiários na linha? Ou isso é obra de um "jornalista" num momento blog?

Clique aqui e entenda tudo.

Desse jeito o kibeloco vai ter concorrência desleal no mercado...

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globo: a gente se vê por aqui!

O brasil é um país de contrastes:

"América" terá beijo na boca entre Júnior e Zeca

Mulheres são presas ao trocarem beijo na USP

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chacina da família yonekura

por Heloisa Maya Sassaki

"Virou clichê nas faculdades de Jornalismo dizer que os repórteres de polícia, muitas vezes, não têm tato com os parentes de vítimas de grandes tragédias. Mesmo assim, a lição não é aprendida. A falta de sensibilidade de alguns jornalistas é capaz de tornar um fato já traumático em algo mais insuportável ainda, com seus questionamentos fora de hora, informações imprecisas e notícias que atrapalham as investigações policiais e mesmo a segurança das pessoas.

A chacina da família Yonekura aconteceu na manhã de um domingo (11/9). E a imprensa, antes dos parentes, ficou sabendo do fato. Primeiramente, relatou o incêndio que havia acontecido na casa e não se falou sobre latrocínio. Depois, reportaram as cinco mortes, dizendo haver dois sobreviventes: um bebê e um dos filhos dos aposentados Futaba e Tadashi Yonekura, que acabara de voltar do Japão.

Enquanto isso, por volta das 18h, os parentes das vítimas eram informados da tragédia por um amigo de Nilton (outro filho do casal, que também foi assassinado). Daí começou a odisséia pela procura de informações sobre os sobreviventes e sobre os mortos. Só não se imaginava que, além dessas preocupações, a imprensa também seria um problema.
Na noite do domingo, um dos sobreviventes, de 29 anos, estava internado num hospital da zona leste de São Paulo, perto do local em que aconteceu o massacre. Alguns sites, como o do provedor Terra e a edição online de O Estado de S.Paulo, davam o nome do lugar onde o jovem se encontrava. Será que não era óbvio que a divulgação dessa informação colocava em perigo a vida da vítima? A família soube disso e teve que ligar para os órgãos de imprensa pedindo que não se veiculasse essa informação. Ainda assim, o deslize dos jornalistas os obrigou a transferir o sobrevivente às pressas para outro hospital.

No dia seguinte, todos os jornais de São Paulo davam destaque à chacina. Só a Folha de S.Paulo publicou o nome de um dos sobreviventes, mesmo com o pedido do delegado que cuidava do caso de que não fossem divulgados quaisquer nomes. Segundo o pauteiro do caderno Cotidiano, o jornal desconhecia o pedido de omissão de nomes, mesmo sendo o veículo impresso de maior circulação do país. O apelo seria necessário? Faltou bom senso.

Amigos da família ligaram para o jornal, mas até a quarta-feira o nome ainda vinha sendo veiculado. Como se não bastasse, a mesma publicação divulgou que haveria tantos mil dólares na conta do sobrevivente. Quem revela quanto possui em sua conta bancária? Muitos jornalistas ainda tentaram confirmar esta informação com a família, que fez a mesma pergunta: "E os jornalistas, quanto ganham? Você seria capaz de publicar no jornal quanto tem na sua conta bancária?". Os profissionais se calaram.

Mais uma vez, a família teve que intervir. Em meio a visitas ao Instituto Médico Legal, a funerárias, cemitérios e hospitais, os parentes tiveram que arranjar tempo para contatar o jornal e mais uma vez reclamar de sua falta de sensibilidade. O repórter que cobria o caso mostrou-se solícito e deixou de escrever tais informações. Contudo, o estrago já estava feito. O Estado de S.Paulo, percebendo que o concorrente publicava os nomes e a suposta quantia de dólares havia dias, resolveu veicular a notícia. Mais ligações tiveram que acontecer. "Mas todo mundo já sabe o nome dele", argumentava a editora do jornal, em referência ao sobrevivente. Segundo ela, os leitores do veículo sabiam que o valor dos dólares seria uma estimativa dos policiais que investigam o caso, mas não é isso que se pensa. A idéia que fica é de que seria a quantia exata trazida pelos dekasseguis (descendentes de japoneses que vão trabalhar na terra do Sol Nascente). E isso se espalhou aos demais meios de comunicação.

O mesmo O Estado de S.Paulo, após trégua de um dia, voltou a publicar as informações indesejadas pela família. A reportagem do Fantástico (Rede Globo), mesmo avisada com antecedência da vontade dos parentes, colocou no ar não só o nome completo do sobrevivente, como uma cópia de sua cédula de identidade. Imagine se a foto fosse mais nítida... Ninguém pensa que a veiculação de uma informação como essa pode ser perigosa para a única testemunha desse massacre?

Os veículos de televisão também deram sua contribuição para o aumento do trauma. Todos sabem que esse é o meio de comunicação de maior propagação e audiência, nem por isso é o mais responsável. Enquanto a família das vítimas se desdobrava para conseguir achar os documentos dos entes falecidos, noticiava-se que os corpos estavam esquecidos no IML, o que despertou a ira de parentes do interior do estado. Um deles chegou ao ponto de telefonar para o celular de Tsuneto Sassaki (irmão de Futaba, que cuidava de todos os trâmites para o enterro) e disse que ele era um insensível por deixar a irmã e os sobrinhos esquecidos no IML, enquanto ele estava no local, lutando por um funeral decente.

Às vezes os comunicadores se esquecem do tamanho da responsabilidade que carregam, da importância que as notícias têm na vida da população. A família foi retratada como fria e despreocupada com os parentes, o que de maneira nenhuma é verdade. Em momento algum os sobreviventes foram deixados de lado ou esquecidos, quanto menos os mortos. Ninguém sabe quão trabalhoso é enterrar cinco corpos, sendo que dois deles não tinham documentos (queimados junto com a casa). Segue uma sugestão: jornalistas, antes de publicarem uma notícia pensem na força das suas palavras.

Com essa atitude, a imprensa faz com que não só os sobreviventes da chacina permaneçam como vítimas em potencial, mas com que todos os dekasseguis se tornem alvo para futuros delitos. Na comunidade brasileira no Japão a notícia soou como uma ameaça a todos os imigrantes, como se a partir de agora todos estivessem sujeitos à mesma tragédia.

Em diversas publicações foi feita a relação do crime com os dekasseguis, com direito a boxes com informações sobre o estilo de vida dos imigrantes, renda etc. Mas não se falou muito sobre o esforço dessas pessoas, que estão longe de amigos e parentes, em jornadas de trabalho intermináveis, para trazer um pouco de dinheiro e ter a chance de viver mais dignamente no Brasil. Fica parecendo que os dekasseguis ganham seu salário de maneira fácil e que não custa nada passar uns bons anos fora do país. Ledo engano.

Após o enterro de todas as vítimas, a imprensa pareceu achar que a família estaria pronta para falar sobre o assunto. Tsuneto Sassaki foi procurado de todas as maneiras pelos mais diversos veículos de comunicação, tanto do Japão como do Brasil, para dar declarações. No próprio funeral, muitos jornalistas se infiltraram no meio dos parentes e amigos em busca de informações sobre a tragédia. E o pior, alguns registraram em fotos esse momento de dor. Insensibilidade pura.

Sassaki deu a desejada declaração e sentiu que a imprensa ficaria satisfeita. Contudo, não foi poupado da pergunta mais imprópria para esse tipo de caso: "Como o senhor se sente neste momento?" A jornalista foi ignorada. O curioso é que, questionado pelos repórteres japoneses, ele não se sentiu tão agredido. Em japonês, a pergunta ganha um caráter mais humano: "Como o senhor descreveria o momento pelo qual está passando?". E a resposta foi dada.

Esses deslizes foram cometidos por veículos de comunicação desacostumados com casos policiais. Ao contrário dos "grandes" jornais, o Agora São Paulo e o Diário de S. Paulo respeitaram o pedido dos policiais e não divulgaram informações prejudiciais às vítimas. E isso foi motivo de surpresa para a família. Atualmente, a luta dos repórteres de polícia consiste em conseguir uma declaração do sobrevivente de 29 anos. Será que passa pela cabeça de algum desses jornalistas que o trauma de perder mãe, pai, esposa e irmãos já não é o bastante? Sim, tem-se que colocar o dedo na ferida. Para o jornalismo marrom, informar não basta, é preciso prolongar a dor.
A família sabe e entende que o trabalho dos jornalistas é o de informar a população. Por isso, sempre que pôde, prestou declarações à imprensa. Mas, invadir a privacidade de pessoas comuns, atentar contra a segurança dos sobreviventes e fazer perguntas sem sentido não são atitudes toleradas por ninguém. Ainda menos por uma família já tão traumatizada com essa tragédia. O apelo é para que a imprensa seja mais humana e cautelosa. E isso não é difícil. Imaginem-se em nosso lugar."

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Ah, o tédio...

Sim, eu voltei, caralho. Nem comecem com boiolagem de "Prefiro os posts da Cammy! O Evil é mais engraçado! Qual a doença do BeatsMe?" que hoje tá calor e no calor eu fico esquentadinho. E entediado.

Maldito tédio. Tédio no calor é um, bom, tédio. Não é aquele ócio agradável de quando está chovendo ou fazendo -10 graus, de ficar largadão no sofá sem fazer porra nenhuma, aquele estado de espírito preguiçoso que faz maravilhas para a sua pele e paciência. Calor é uma merda, ainda mais pra quem é robusto que nem eu. Gordo já é uma praga, quando dá pra suar então, é foda. Calor entediado de fim de tarde dá nos nervos, e o próximo filho da puta que bater aqui em casa perguntando se eu quero comprar saco de lixo pra ajudar um ex-presidiário eu recebo a bala. Não ao desarmamento, sim ao ar condicionado. Não aos testemunhas de Jeová também, eles são mestres de vir me torrar a curta paciência no calor. Esse povo podia logo morrer desidratado na rua e me poupar o incômodo de ir até a janela gritar "NÃO PORRA! NÃO CONHEÇO JESUS! NÃO QUERO CONHECER JESUS! QUERO QUE JESUS SE FODA!". Geralmente leva uns 15 minutos disso até os pobres cérebros de QI monodigital deles conceberem a idéia de que não, eu não me importo de ir pro inferno. Foi pra onde Morisson foi, quero lá ir pro céu ficar ouvindo gospel pela eternidade?

Religião, como bem disse Dylan Moran, são pessoas falando sobre seus amigos imaginários sem parar. O que não tem nada de errado se elas só fazem isso entre elas, mas me tirar do sofá as 3 e meia da tarde é pedir pra ser abusado verbalmente. Só não recebo com tiro porque, infelizmente, encher o saco dos outros ainda não é crime passível de retaliação instantânea e fatal. Me contento em questionar a virtude e pureza da mãe, avó e tias dessas gentis pessoas que aparecem pra me incomodar nessas horas que eu estou fazendo coisas importantes tipo dormir. Não vou nem começar com essa desgraça batista aqui do lado que canta as 10 da manhã de domingo senão eu infarto aqui em cima do teclado mesmo. 10 da matina é hora de chegar em casa dobrado de bêbado, não de ir na igreja. Campanha Morpheus para um mundo mais breaco de noite e silencioso de dia. Sorte de vocês que eu não estou de ressaca, senão o post seria duas vezes maior e todo cheio de incoerências astronômicas.

Falando em astronômicas, me lembrei agora de astrólogos/videntes/desocupados era de aquário em geral e fiquei irritado. Tomara que plutão entre em netuno na quarta casa da semi-final de quinta feira e essa corja toda morra engasgada com búzios ou sei lá o que eles andam usando esses dias. Aposto que é uruca desses merdas que faz meu celular perder a área de cobertura do nada. Ou pode ser o celular vagabundo, mas foda-se. Que morram essas aberrações new age antes que a vela mágica da alegria, amor, solidariedade e dinheiro não merecido acabe de queimar. Queria ganhar na megasena só pra comprar todos os baralhos de tarô... tarot... tärrôt, sei lá, do mundo e queimar tudo em praça pública peladão e gritando "WICCA É A PUTA QUEU PARIU!!!!" e rindo desvairadamente. Malditos wicca, usando pentagrmas pra essas desgraças. Saco, começou a doer minha cabeça de tanta descrença na humanidade.

Se forem reclamar que eu sou um intolerante bárbaro e inconsciente, mandem e-mail pro evil. Todo mundo sabe que eu sou só a exteriorização dos pensamentos e desejos reprimidos dele. Ou, sei lá, saiam da frente do PC e façam sexo, que ficar dando muita bola pro que desocupado escreve em blog é sinal de falta de coito. Ou se você for um bom cristão, espere até o casamento pra descobrir que merreca você é na cama.

Morram todos, e obrigado pelo seu tempo.

Post começado ao som de Queen - Liar
Post terminado ao som de Smiths - How Soon is Now

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reload

Voces tem acompanhado a propaganda gratuíta sobre o referendo? Eu vi uns 3 episódios desta novela e tenho achado interessante. Adianto que minha opinião vai além do SIM ou NÃO, quem me dera se as coisas fossem simples assim.

O grupo do Não, que quer que tudo fique como está e claramente é da direita ( o que muito me envergonha ), quando eu vi o Fleury levantando a bandeira na propaganda gratuíta, eu pensei, puta merda e eu to concordando com esse cara?

E no grupo do SIM? Bom, eu tenho uma opinião clara sobre eles pelo menos, eu repudio essa aceitação em massa de artistas para apoiar a causa, eu concordo que o papel dos políticos é esse, mas e dos atores, cantores e tudo mais? Vocês não acham que a imagem deles nebula a opinião das pessoas? E será que as pessoas não precisam de argumentos melhores que: " meu filho morreu por uma arma de fogo, por isso sou contra a venda de armas? ".

Eu acho importante o debate, interessante como um assunto desta importância recaiu sobre nós, eu considero até melhor que ficar restrito a discussão no nosso nefasto congresso nordestional. Devo dizer que sou contra ter uma arma em casa, sou contra a idéia do cidadão cívil que tem uma arma para defesa, isso é papel do estado. Porém sabemos da atual situação de guerra cívil em nosso país, me enojam aqueles que pensam que o desarmamento irá resolver tudo, mas pode quem sabe, ser o primeiro passo, mas sinceramente, será que isso anda mais que isso? E se desamarem todos os magrões e tudo virar um banquete para os lobos maus? Eu já disse aqui em tom irônico e sútil: Não adianta desarmar, é preciso ensinar a ser gente, é preciso explodir a ponte Brasil-Paraguai e é preciso ensinar a beber

Beber com moderação pode ser incrivelmente eficiente, quem sabe mais que o próprio desarmamento.

Engraçado seria ver o Bussunda e a Crente Vagabunda fazendo propaganda pro SIM da lei seca. Ein?

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quer proteger seu patrimônio?

Então tenha uma vaca em casa, ela te dará leite, vai comer a grama do seu jardim e segundo pesquisas recentes a merda dela vai ser o combustível para seu carro. Esqueça esses pitbuls de merda, sempre suspeite que fossem animais fresquinhos e veadinhos como seus donos marombadinhos, já notaram que esses canídeos imbecis nem conseguem destroçar o crânio de uma criançinha se não tiver a merda de um vira lata sarnento, desnutrido e velho por perto para atrapalhar e aparecer no Datena?

E ainda o chamam de cão assassino? Earthworm Jim já dizia: "Shoot the godammit cow"





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