dica de blog


Ontem eu achei esse blog e fiquei mais de uma hora lendo e me divertindo ( em blogs isso é raro ). Literatura acadêmica interessante e uma boa discussão em torno de um assunto sempre em voga, o darwinismo.

http://pos-darwinista.blogspot.com/

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oldboy us?



Eu já tinha lido algo a respeito muito tempo atrás, me deu medo mas depois não se falou mais nada a respeito e tinha esperanças de que tinham desistido da idéia. Mas não, li agora no Omelete que planejam mesmo um remake ocidental para o clássico Oldboy de Park Chan-wook.

Na boa, não me entendam mau. Eu gosto de cinema de qualquer lugar, de filme "cult" a porradaria deslavada dos chineses. A idéia de remake seria interessante, claro, mas vindo de um diretor desconhecido? Com Nicolas Cage?! AH! VÁ A MERDA. Eu já vi ele dando uma de loser em Despedida de Las Vegas. Chega!

Oldboy já rola nas locadoras brasileiras, saiu até nos cinemas em circuitos bem mau explorados e divulgados. Uma pena, mas esta ae, a obra original, a fotografia maravilhosa, os enquadramentos tão belos que cada frame resulta em uma nova imagem promocional, e uma trama que tanto cativa como choca, é um dos poucos filmes que gostando ou não, você não esquece ou com o tempo se apaixona, remake para que? Ocidental precisa de remontagem? Não consegue captar a visão de outro povo? Quem sabe os outros dois da trilogia com o tema vingança do diretor não venham para cá também, ae com certeza vão querer colocar a Uma Thurman para ser a Lady Vingança..

E eu que reclamava das intermináveis sequências americanas. Agora só falta algum yankee querer mexer no Casshern. Ae fode.

Link para a matéria no Omelete.

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urso ( de novo )



Camilinha faz um passeio ao Aquário Municipal. No Japão, claro. Clique e confira!

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jarhead


Um filme de guerra diferente, que pode agradar justamente aqueles que não gostam de filmes de guerra. Baseado no livro de Anthony Swofford, um ex mariner americano que atuou na campanha de libertação do Kuwait pelas mãos do então poderoso Saddan Hussein, dirigido por Sam Mendes, o mesmo dos visualmente esculpidos Beleza Americana e Estrada da Perdição aposta nas comparações, na irônia descabida, no humor sarcástico e na humanidade dos soldados americanos acampados no deserto no começo dos anos 90.

Ao invés de apostar em cenas de ação irreais no podre estilo de Michael Bay, Jarhead mostra os insuportáveis hábitos militares como limpar latrinas, treinar, coçar o saco e tocar muita punheta.

Hilário esse lance da punheta e a fissura dos soldados em saber, o que estaria a esposa ou namorada fazendo em casa? Em um front de guerra isso pode perturbar mais o soldado que o próprio inimigo, e quando esse finalmente surge, a decepção do soldado em terra que apenas assiste o maquinário americano lançar suas bombas com seus aviões superpoderosos não deixa de soar irônico a nós, imagine para quem ficou meses acampado no deserto sem fazer porra nenhuma, esperando sua "hora do show".

Jarhead honra o nome, soldado nada mais é que uma peça vazia, um jarro no lugar de uma cabeça. E o final reserva um bom discurso, o de que toda guerra pode ser igual e ao mesmo tempo diferente ( impossível não rir disso ao pensar que hoje é filho, ontem Bush pai .. ), isso fica claro quando os soldadinhos saem do deserto e voltam para tio Sam, e são recebidos por um ex combatente americano no Vietnã, a guerra para ele sem dúvida nenhuma foi outra.

E quando fizerem um filme sobre os atuais conflitos no Iraque? Seria bom chamar Michael Bay ou Michael Moore para a empreitada?

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pebolim


Clique na imagem e mate serviço.

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mulheres 03


dica 3: Um número restrito de mulheres permitem a formação do esquema acima numa casa de praia em plena temporada de férias. Saiba procurar E selecionar bem a sua, e tenha férias realmente interessantes, mesmo achando a praia uma bosta.

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mulheres 02



dica 02: existem sim mulheres que gostam de videogame, e é uma coisa bem ama ou odeia, 8 ou 80. Típico...

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mulheres 01



dica 01: quando a mulher começa a dizer muito a palavra cu, prepare-se. Ela quer o seu.

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ursos.


O fiscal de caixa de supermercado Agustinho Fernandes Mendonça, um dos sorteados para participar do Big Brother Brasil 6, recebeu uma homenagem diferente no Orkut, site mundial de relacionamentos. Entre as mais de cem comunidades de fãs, uma chama atenção. É a comunidade Agustinho, o 1º ursinho do Big Brother, que tem 106 membros, sendo que a maioria é de homens.

Trata-se de uma comunidade voltada para os "ursos", tribo de homossexuais gordinhos e peludos que nasceu nos Estados Unidos, mas que começa a se firmar no Brasil.


Leia o resto (se tiver coragem) clicando aqui.

Agora ficou a dúvida, seria Morpheus um urso?

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Sobre Espinafre e Quadrinhos



Quando eu era pequeno, apesar de não comer carne, tinha aversão à certos tipos de verdura. Nunca gostei de Couve-flor. Havia algo, não sei explicar o que, que me fazia embrulhar o estômago sempre que minha mãe voltava da feira trazendo Couve.
Mas eu tinha apenas 4 anos de idade. Era uma criança como outra qualquer, assitia meus desenhos religiosamente, comia minhas verduras (menos couve é claro) e durmia 21 horas da noite.
Foi assitindo desenho comigo que minha mãe teve uma idéia genial: O Popeye comia espinafre para ficar forte. Eu comia espinafre para ficar forte como o marinehiro Popeye. Porque não convencer seu filho que o Couve era da "mesma família" do espinafre?
E assim se seguiu ao passar dos anos: Eu assitia meus desenhos e comia couve, mesmo a contra-gosto, na esperança que fosse ficar forte como o Popeye.
Isso durou até a 4ª série, quando durante uma aula de Ciências, eu descobri que o couve não era relacionado ao espinafre de maneira alguma.
Resultado: Até hoje não consigo comer Couve.

Todos sabem que eu, assim como a maioria dos colaboradores desse blog, tenho uma caracteristica nerd muito marcante: A mania de colecionar. No meu caso, tenho a mania de colecionar histórias em quadrinhos de super-heróis. Batman, Super-homem, Homem-Aranha e afins, mesmo após completar 18 anos, conseguem me fazer esquecer do mundo real por alguns minutos.
O que nem todos podem saber é que eu escondo um perfeccionismo insano. Minhas coleções sempre começam no número 1. Caso contrário nem me dou o trabalho de iniciar a coleção.
De uns tempos para cá, eu estava curioso para saber quando a linha Ultimate (roupagem moderninha para os velhos super-heróis) ia chegar ao mercado brasileiro. Afinal, após tamanho sucesso nos Estados Unidos, não ia tardar a ser distribuida no Brasil.
Acertei quanto a distribuição no Brasil, mas não contei com a terrível mania Brasileira de mudar os títulos orginais, de dar pitacos a respeito do que seria mais comercial. Explico: A linha Ultimate, no Brasil, foi transformada no selo Millenium, por motivos que desconheço.
O que eu achava ser apenas mais uma revista caça níquel, na verdade, era uma tradução (?) bizarra da linha Ultimate.
Quando me informei sobre esse fato já era tarde demais: A revista está no número 48, fato que impossibilita a compra das 47 edições anteriores e iniciar minha coleção pelo Número 1.
Como comentei com uma amigo, estou sentindo um misto de ignorância, revolta, e arrependimento nesse momento.

O que podemos tirar de proveito dessas duas histórias?
Bom, tanto no caso do Couve e na coleção perdida, o "não-saber" me mantinha forte e na eterna expectativa de que algo bom pudesse acontercer.
São exemplos como esses que me fazem acreditar que é possível ser perfeitamente feliz em meio à ignorancia dos fatos. Saber encarar o choque com a realidade após o esclarecimento é onde mora o perigo.

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País vive febre da "droga da obediência"


Nos últimos anos, uma explosão no uso das "drogas da obediência" vem ocorrendo no Brasil. Indicadas para crianças com hiperatividade ou déficit de atenção, esses medicamentos vêm causando polêmica e dividindo especialistas. Há quem veja um excesso de prescrições.

Em apenas quatro anos, a venda dos medicamentos aumentou 940%. Em 2000, foram vendidas 71 mil caixas. Em 2004, 739 mil. Os dados são do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos, levantados com base no ""IMS-PMB" -publicação suíça que contabiliza dados do mercado farmacêutico mundial.
Os números são confirmados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que controla as vendas, já que o remédio exige receita. Segundo a agência, o número de caixas vendidas entre 2003 e 2004 cresceu 51%.

A "droga da obediência" acalma crianças agitadas e faz com que as sem concentração se fixem no que fazem. Ela foi criada para tratar portadores do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), que atinge de 3% a 5% de crianças no país.
O crescimento nas vendas, no entanto, não é visto com bons olhos por todos. Uma parte dos médicos defende que seja reflexo do aumento de diagnósticos de crianças com um dos desvios. Outra, que há prescrição exagerada.

Para o coordenador do ambulatório de TDAH infantil do HC-SP, Ênio de Andrade, as crianças não estão usando medicação em excesso. "A maioria não toma remédio. Ele só é indicado quando o grau de prejuízo que o transtorno causa à criança é grande."
Não há estatísticas, segundo os especialistas, de quantos portadores usam o remédio. Para o presidente da Associação Brasileira de Déficit de Atenção, Paulo Mattos, psiquiatra da UFRJ, ainda é um número pequeno. "O crescimento das vendas ocorreu porque o diagnóstico aumentou. Pais e professores estão mais informados e agora buscam ajuda."

Laís Valadares, do departamento científico da Sociedade Brasileira de Pediatria, discorda. "Está havendo excesso de diagnóstico e de medicação. Talvez pais e professores não estejam conseguindo colocar limites, e as crianças ficam hiperativas. O que não quer dizer que sejam TDAH", afirma. "É preciso cuidado. Tem criança de quatro anos tomando remédio para quem tem mais de sete."
Professora de pediatria da Unicamp, Maria Aparecida Moysés, co-autora de ""Preconceitos no Cotidiano Escolar - Ensino e Medicalização", também condena a prescrição sem critérios. "É um absurdo. Esse processo de medicalização acaba sendo um alívio para pais e professores. É mais fácil lidar com um problema "médico" do que mudar o método de educação da criança."

Ela lembra, ainda, que boa parte das crianças diagnosticadas TDAH nem sequer tem a doença. Um estudo da Faculdade Ruy Barbosa (BA) com 101 portadores mostrou que 58% tomavam remédios, mas apenas 20% tinham o transtorno. "O diagnóstico errado prejudica a criança, principalmente se for medicada", diz. A maioria dos especialistas garante que a droga não cria dependência química, desde que administrado corretamente, mas pode causar dependência psicológica.

Essas drogas são estimulantes que fazem a região frontal do cérebro (responsável pela concentração e controle das atividades) funcionar. Geralmente, professores identificam primeiro os sintomas do TDAH. "O problema se torna evidente na escola porque é onde a criança precisa se concentrar", diz a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Maria Irene Maluf. "Educadores experientes podem perceber os sinais e alertar os pais, mas jamais sugerir um remédio. Isso é somente para o médico."

Daniela Tófoli
FOLHA DE SÃO PAULO 15/01/05

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amém meu sono


Já faz mais de uma semana que eu estou como um zumbi, de "férias" só coçando o saco merecidamente diga-se de passagem, jogando, lendo e vendo filmes o tempo todo. Isso que dá não ter um tostão para viajar.

Que seja. Fato é que mesmo estando completamente desocupado não tenho dormido muito. Agora de tarde estava finalmente quase cochilando na minha cama quando ouço palmas na frente de casa. Pela lei de murphy obviamente sempre estou sozinho em casa quando isso acontece.

Lá vou eu, de bermuda e barriga de fora, com o cabelo desarrumado: visualizo duas moças, uma delas com a biblía na mão e a outra com sua sombrinha, afinal tá um sol do cacete aqui.

Moça 1: Bom dia senhor.
Moça 2: Desculpe incomodá-lo
Eu: nhmmmmm
Moça 1: O senhor tem um tempo para nós? O senhor tem religião? O senhor já abraçou a palavra de Jesus hoje?

Ela abre a biblía.

Moça 2 com uma cara estranha.

Eu: Não, olha eu tava dormindo, eu trabalhei a noite toda. ( HA HA HA)
Moça 2: Não vai demorar, iremos ler um trecho para o senhor.
Moça 1: É rápido senhor..

Eu: é que sou islamico, sabe!

Ambas fazem a cara gozada de novo.

Eu: Alá é meu senhor ixalá.

Moça 1: Todas as religiões levam a Deus. Respeitamos todas.
Eu: Pois é ( comecei a gostar da farra.... )
Moça 2: Sua família compartilha da sua religião, há mais pessoas que possam conversar conosco?
Eu: Na verdade sou sozinho, meus irmãos morreram nuns atentados ae.

Moça 2 ri, ela é esperta.
Moça 1 argumenta: Se você diz a verdade, eu lamento bastante. Na verdade todo bom Deus prega a paz e..
Eu: Paz eu quero ver quando eu sair do meu curso de homem bomba, ae eu vou mostrar a que vim ( fazendo cara do terrorista do True Lies ).
Moça 2 ri copiosamente
Moça 1: Se você não nos leva a série, boa tarde e desculpe o incomodo.

Eu: É POR ISSO QUE O MUNDO ESTA DO JEITO QUE ESTÁ, NINGUÉM DÁ OUVIDOS AO ESTADO DA PALESTINA!!!


No fim perdi a merda do sono.

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Cinema, Aspirinas e Urubus


Cinema, Aspirinas e Urubus fala de um alemão perambulando pelo nordeste em 1942, em plena 2º guerra mundial, o cara faz publicidade e vende a novidade da época, o analgésico da Bayer usando um projetor de cinema ele vai de cidade em cidade exibindo seus filminhos publicitários e contando a nova ao povinho. Durante o percurso dá carona a um nordestino louco para abandonar a caatinga e tentar a sorte no Rio de Janeiro, acabam tornando-se amigos e parceiros na empreitada.

Os bons momentos do filme deve-se ao tom pacifista do alemão, à inversão bem sacada com o nordestino que fala mau de seus próprios conterrâneos escondendo sua própria amargura e a fotografia com cores estouradas, "sujas" e fugindo um pouco da rapidez dos cortes estilo clips musicais. A histórinha é gostosa de assistir, trata de amizade e auto-conhecimento, tanto do Alemão num país novo, quanto do nordestino que passa a entender melhor seu próprio povo. Boa interpretação dos atores sem choramingos e viadagens do tipo, um filme nacional que não cheira Globo, se é que você me entende. Num momento em que todo mundo louva o boom do cinema oriental ou desliga o cérebro para ver os blockbuster gringos, é bem feliz assistir um bom filme brasileiro, com qualidade e bom o suficiente para recomendar a vocês.

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2006


Musica muito boa para começar o ano.


obs: clique no link, desça a tela e clique em free, aguarde o link do mp3 aparecer e faça o download. Não use gerenciadores de download.

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kitten cannon


Mais um joguinho besta para passar o tempo enquanto a hora do almoço não vem.
Alt + Tab para seu chefe não perceber e vá em frente clicando aqui.

Fiz 730 metros.

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template novo


Ficou lindo de morrer! Obrigada moço prestativo e autodidata que amamos tanto!
Até me animei a postar alguma coisa :)

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[adult swin]


Insônia pode ser um fardo horrível ou uma ótima maneira de manter seus hobbies ou perder tempo conversando com outros insomaniacos ( ou vagabundos que dormem o dia todo ) no msn. O problema sempre foi a TV, não há coisa pior que aturar um filme com a dublagem dos anos 80 onde você mal consegue entender as falas com a péssima qualidade do audio, televendas que insistem em dizer que você DEVE gastar 1800 reais num carpete da Ásia, ou pior; os maquiavélicos pastores da Igreja Universal do Reino de Deu$.

Graças a essa chuva indecente que acomete a cidade de São Paulo, eu e minha amada decidimos não ir a praia e resolvemos passar a virada do ano como costumo fazer no meu tempo livre o resto do ano, jogando videogame, mofando no PC e lendo algo completamente inútil ( NA CASA DELA ). E a minha grata surpresa nas madrugadas foi esse tal de Adult Swin, um pacote de animações toscas ao EXTREMO que são veiculadas no canal pago Cartoon Network de madrugada. Meu, se você acha South Park cínico por demais experimente assistir Laboratório Submarino 2021 ou Esquadrao Aqua Teen Força Total. Este último merece comentários: a dublagem é a pior possível mas casa perfeitamente com a animação, o enredo consegue ser tão insano quanto alunos de medicina na Unicamp mostrando aos papais o quanto são inteligentes em sua primeira festinha de recém bichos.

Com excessão do "Universitário", que até que segue um padrão mais comum de animação e enredo, todos os outros se servem apenas como delírios mentais pavorosos em uma madrugada monótona, é menos perigosa que as palavras subliminares dos pastores da Universal de olho no seu bolso, buscando algum resquício de desilução existencial a explorar e servem apenas para boas, muito boas risadas.

Quando você menos espera, amanhece ou dá um sono. Bem bacana.

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