heroes



Não tenho predileção por seriados e sitcoms, ou não tinha. Na década de 90 a única coisa que ousei acompanhar foi X-Files, assistindo esporádicamente episódios da primeira e segunda temporada, e devo admitir que além da Scully rechonchudinha, eu adorava a condução da palavra "acreditar" durantes os episódios.

A série fez sucesso e morreu asfixiada pela fama, prolongaram demais o desfecho, as pessoas se cansaram da enrolação e o seriado acabou no ostracismo. Um fato que me deixa puto em seriados é justamente isso, os melhores são aqueles com o maldito "to be continued", isso fode a batata de qualquer um.

Ae veio o famoso Lost. Primeira temporada magnífica, segunda temporada metódica e uma terceira temporada que abusa da paciência de qualquer um, o que salva a ansiedade é a possibilidade de assistir junto com os rosados, graças à maravilhosa Internet Livre que a oligárquica e porque não dizer, eleitoreira PF quer tanto coibir neste país, com leis suecas e realidade social africana. Mas nem assim tive paciência e parei no episódio 4 da atual temporada.

E há algumas semanas vieram os amigos dizendo: "cara, esse Heroes é bom", eu entrava no forum do meu site e lia coisas como: "save the cheerleader, save the world", "yatta". O Yatta foi fundamental para mim experimentar a nova série da NBC.

Uma palavra: sensacional. Eu sei que se você é puro e casto na rede, coisa que duvido muito ainda mais frequentando este humildes blog, ainda não ouviu falar nesta série e só vai quando algum canal a cabo conseguir acesso após o final da primeira temporada nos EUA. Pois bem, eis a sipnose:

Imagine que o processo evolucionário do homo sapiens chegue a um novo estágio, onde poucos começam a desenvolver habilidades incríveis como teleporte, regeneração expontânea de tecidos e até mesmo o poder de passar de primeira na Fuvest? Eu sei, você pensou nos X-Mens. Imagine que um cientista indiano descubra esse fato e corra atrás destes "escolhidos" por santo Darwin, imagine também que alguém quer matar esses "heróis" e claro, que alguma organização os estuda.

Tudo cheio de clichês, lendo assim nem eu me interessaria. Mas a grande sacada do seriado é saber usar bem a fórmulinha básica que deixou os caras da Marvel tão ricos. Existem homenagens aos montes durante os episódios, os personagens são bem construídos, variados e alguns deles remetem passagens memoráveis ao recompor diálogos tão batidos mas que surpreendemente cativam o espectador graças ao carisma dos mesmos.

A história avança a seu modo de forma épica até, com todo mundo se encontrando, uns usando seus poderes para benefício próprio, outros para o bem e há aqueles que desejariam não tê-lo, mas e se um dos tais viesse do futuro dizendo: "mermão o pau tá comendo no futuro, o MUNDO depende de você", e aí já viu, você vicia e não pará mais de assistir. Outra coisa que agrada é que a história avança surpreendentemente bem durante os episódios, acabei de ver o nono e tanta coisa já aconteceu que deixaria o pessoal de uma certa ilha receoso.

E é para ficar, eles perderam um cliente. O negócio agora é babar na líder de torcida.

Perdão, salvar a líder de torcida.


Quase tudo sobre a série clicando aqui.

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dominar o mundo e:



HAHAHAHA! Depois da infame descoberta sobre "o que as mulheres fazem no banheiro", já era hora de mais uma grande revelação.

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interatividade de bosta


O Goear voltou à ativa, eu já tinha postado sobre ele, sou fã deste site de share de musica. Um cara no meu msn agora disse achar estranho na EGL haver tanta interatividade com o leitor e aqui no blog não. Ai veio a idéia:

Upem musicas bizarras para o Goear, serve qualquer coisa, desde que seja bizarra e triste para fins auditivos. Só se cadastrar no site, upar seu mp3 escroto e postar a url nos comments deste post ou me mandar o mesmo via mail.

Os melhores serão comentados por mim, no post seguinte.

E se ninguém participar ( ou não haver coisas decentes a comentar ), resta ignorar isso aqui e constatar que esse blog além de pouco visitado, só tem uns veados vagabundos que o acessam.

obs: a idéia do cara era fazer uma comunidade do blog no orkut.. fala sério, até essa minha idéia é melhor que isso.

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legend of zelda



Esse ao menos foi eu que upei.

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uma canção jedi



É, eu ando com preguiça de escrever.

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no banheiro



Depois dessa recomendo não beberem Itaipava. Espalharam esse vídeo pela rede dizendo que são garotas da PUC, pouco importa. Fodão o nível da conversa, agora sempre que minha mulher e uma amiga forem ao banheiro eu sei que elas vão lá para peidar.

Tá vendo? Mulher peida.

obs: o you-google-tube já deletou esse vídeo uma penca de vezes, então veja logo. O segredo da flatulência feminina deve permanecer em segredo, assim deseja o oráculo do google...

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videogame live



Lembram deste cara? Sem dúvida o melhor momento do show que rolou no último domingo em São Paulo. (um ouvido biônico poderá dissernir meus berros quando ele toca o tema de Final Fantasy VI.. )

Não foi e quer se matar? Eu e o Michel entendemos perfeitamente...

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enquanto isso,



Na fila onde os rosados passaram a noite para comprar os raros Playstation 3 disponíveis no mercado gringo, o nintendista ataca!

cuidado sonystas, o sorriso com claros traços de miyamoto-san não escondem o sarcasmo de quem acha que já ganhou. Os argumentos pífios terão que dar lugar aos consoles no mercado, novos jogos, novas experiências, novos hypes e cuidadosos relatório do media create.

Que vença o mais "ista".

Enquanto isso, quem tem um Xbox 360 se esbalda com Gear of Wars....

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final fantasy old style?



Final Fantasy IX é com certeza o menos adorado entre os games da série que sairam para o PSone. Teve ínfimo investimento em publicidade e no Japão viveu forte concorrência do Dreamcast e sua "nova geração" de jogos.

O público ocidental para variar torceu o nariz para o visual super deformer, ou infantil, como preferir. E não há como negar, que começou a gostar de Final Fantasy com os mais sérios e estilizados Final Fantasy VII e VIII com certeza tem motivos de sobra para jogar o IX e estranhar.

O grande lance é que Final Fantasy IX é uma honrosa homenagem aos antigos games da série e à própria industria de videogames. É como um momento "Nintendo" da Square quando resolveu finalizar o uso da franquia no bem sucedido Playstation em 1999. Tudo no game cheira old style, do design dos personagens, a simplicidade do enredo, ao tema misturando amor cafona com personagens leves e até no sistema de combate e evolução dos personagens, bem mais simplificado e intuitivo. A trilha sonora é muito boa, esta musica tema até hoje é uma das minhas preferidas e as cenas em computação gráfica são verdadeiramente cativantes e belas.

É um dos poucos games desta geração que ainda me fazem perder um tempinho hoje em dia para relembrar o passado.

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a nova internet brasileira?


Clique e confira a fenomenal idéia do nosso querido senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

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repassando a notícia!



Estou apenas republicando o post do Tas no seu blog. E olha que não é por falta de assunto, é indignação mesmo.



"Depois que Veja atacou infantilmente- desculpem novamente essa, crianças- esse blog com mentirinhas maldosas na semana passada, alguns colegas jornalistas me procuraram em solidariedade mas avisaram: se quiser mande a carta com o desmentido, mas saiba desde já que eles não vão publicar.

Como sou um otimista, quando criança acreditava em coelhinho da Páscoa e até na própria Veja, escrevi e enviei a carta, segurando minha indignação para não perder a elegância e a possibilidade de diálogo diante do agressor.

Mas, como previsto pelos colegas, Veja me ignorou. Não publicou a carta na edição desta semana que está nas bancas.

Para quem chegou agora, vai aqui novamente a nota de Veja caluniando esse humilde blog (confesso que muito me emocionou constatar que os ilustríssimos jornalistas de Veja lêem o meu blog) publicada na coluna "Veja essa", assinada por um tal Julio Cesar de Barros, na página 61, da edição da semana passada.

É triste constatar que uma revista que se diz defensora da liberdade de expressão e dos valores democráticos mostre na prática que sua real vocação é exatamente o contrário. Na verdade, Veja só publica o que favorece os seus próprios interesses. E dá as costas para a realidade dos fatos e para os seus leitores.

Depois de tanto lutar por democracia no Brasil, não podemos ficar reféns deste tipo de mídia que busca o monopólio da verdade através da ocultação de suas mentiras.

Eu não tenho o poder da tiragem de Veja para reparar a mentira espalhada por eles para milhares, senão milhões, de leitores por esse mundo. Mas a companhi tantos de vocês, alguns há mais de três anos. Quem puder, peço que me ajude a divulgar essa carta pela internet. Garanto que somos mais do que os alegados um milhão de leitores de Veja, que aliás, precisam ser respeitados e bem informados.

Eu não tenho o que esconder e posso dormir com a consciência tranquila, ao contrário deles.

..::..

Prezado Sr. Eurípedes Alcântara, Diretor de Redação da Revista Veja,

Na edição do dia 1º de Novembro (página 61, sessão "Veja essa", assinada por Julio Cesar de Barros), a Revista Veja publica uma nota intitulada "Blogueiro Chapa Branca" onde me acusa de ser “defensor do lobby que Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente da República faz no governo” do pai dele. Tal "defesa" ocorreria, de acordo com a revista, em troca de remuneração financeira.

Tais afirmações são falsas. Sua publicação em revista de alcance nacional constitui crime de injúria e difamação, ao conectar minha imagem, figura pública e reconhecida nacionalmente há muitos anos na TV e no jornalismo brasileiros, a um suposto esquema de favorecimento insinuado pela revista Veja, envolvendo o filho do presidente da República.

Em respeito aos leitores da revista é a presente notificação para solicitar que a revista publique nota, em espaço não inferior àquele ocupado pela nota injuriosa, esclarecendo as seguintes informações:

1. Ao contrário do que afirma a revista "Veja", jamais recebi qualquer dinheiro do filho do presidente da república ou de sua empresa Gamecorp.

2. O meu contrato de trabalho para apresentação do programa semanal “Saca-Rolha” é assinado com o Rede Bandeirantes de Comunicação; e não com a PlayTV como afirma a nota. E está vigor desde 2005; e não 2006, como afirma também equivocadamente a revista.

As afirmações difamatórias da revista Veja demonstram total desconhecimento do conteúdo do meu trabalho publicado no maior portal de internet do Brasil, o UOL- Universo On Line, há mais de três anos (www.blogdotas.com.br). Lá sou criticado e questionado por todas as tendências políticas. Principalmente por petistas que frequentemente utilizam a expressão "Tascano" para referir-se a mim, em clara afirmação (igualmente incorreta, mas nesse caso desacompanhada de qualquer insinuação de conduta indevida) de que eu seria partidário do partido "tucano" PSDB.

Esse fato demonstra que lamentavelmente a revista Veja sequer deu-se ao trabalho de apurar as informações antes de publicá-las.

Fico no aguardo de uma resposta e do cumprimento das solicitações acima, sem prejuízo de outras medidas extrajudiciais e judiciais que visem à reparação do dano causado.

Atenciosamente,

Marcelo Tas, jornalista e apresentador de TV
São Paulo- SP"

Blog do Tas > http://marcelotas.blog.uol.com.br/

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